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Tia Eda!

 

Os Escalofanarios encaminharam esse texto como carta para todas as grandes revistas do ramo da masturbação em massa : Playboy, SexyWorld, SexyPlus, Ele&Ela, Ele&Ele, Ele&Ela&A Amiga Dela, Pirocas, Grandes Pirocas, Pirocões. Entre outras.

 

 

“Minha história começa num dia em que comi uma esfiha que não me fez bem, fiquei furioso e logo liguei pro atendimento do lugar e pedi pra falar com a atendente mais famosa do Brasil.

“Alô, Tia Eda?” Do outro lado pediram que eu esperasse por algum tempo, o que me deixou estranhamente excitado, “Sim, o que o senhor deseja?”.  A voz não parecia irritada, mas exalava um forte teor de maturidade feminina que já começava a me deixar louco, respondi prontamente que tinha passado mal com uma esfiha, e conversa vai conversa vem, percebi que ela começava a ficar interessada em mim, perguntas como “Mas o senhor esta bem?”, “Quer transar comigo, quero dizer, sexualmente falando?” e “UUUUUHHHH!!!! Garotão, QUE FOGO!! AI!!”. Tudo bem, a última não foi uma pergunta, mas foi o bastante para ativar a minha infalível percepção de garanhão latino, foi quando pedi para ir até la e discutir meu problema com as esfihas pessoalmente.

            No dia seguinte, peguei o ônibus depois do trabalho, quanto mais perto chegava de encontra-la, mais vívidas eram as lembranças daquela voz rouca, meio andrógena... Já começava a sentir o meu salsichão latejar incontrolavelmente , especialmente quando percebi que por engano tinha colocado o jeans da minha imã bulímica de 15 anos, então por isso que foi tão difícil vestir o jeans, achei que era pelo tamanho descomunal do meu tarugo. Cheguei no escritório tarde da noite, ao invés do meu nome verdadeiro passei meu nick de chat pro segurança, pra não me comprometer “Tem um tal de GatoTesaoDiademawebcammsn aqui pra falar com a senhora?” Logo eu estava no elevador. Minha excitação era tanta naquele momento que meus mamilos furaram a minha camiseta, chegando no andar, percebi que aquela hora não tinha mais ninguém lá, e foi nesse momento que vi ela, Tia Eda, uma mulher madura, com alguns quilinhos a mais, não chegava a ser grotescamente obesa, cabelos soltos como um ninho feito de bombril branco,  quando vi que estava vindo em minha direção percebi que era levemente manca, quando andava fazia um movimento como daquelas bombas que tiram óleo do deserto, usava uma saia justa e seus seios tinham um desalinhamento como nunca antes havia sido visto pela humanidade, tudo aquilo fazia com que minha excitação crescesse ainda incrivelmente mais!

Ela falou naquele tom de voz anfíbio “Então é você o rapaz que reclamou dos problemas com esfihas?” Se isso não é um convite para a fodêlancia eu não sei o que é! Na hora eu retirei pra fora o garoto mimado, isto é, bem nutrido, mas meio molenga, Tia Eda não hesitou e exclamando sôfrega “Nossa mas que baguetão!” ficou de joelhos e começou a trabalhar em cima do cornetão com dificuldade porque, modéstia parte, ele realmente era incrivelmente grande! Nunca tinha visto mãos tão hábeis no lidar com o enroladão de presunto e queijo (tem carne mas também é cremoso). E aquela sua boca enrugada! Era como receber sexo oral de um caderno espiral! Ao lidar com seus seios me sentia arrumando carnes numa vitrine de açougue, já não sabia mais quanto ia agüentar desse jeito antes de entornar a coalhada, nesse momento ela disse “Nossa, já gozei 3 vezes, esse seu corrimão de arranha-céu é mesmo demais!” Foi nessa hora que resolvi começar logo o esconde-esconde com o palhaço.

No começo foi um pouco difícil porque a Tia Eda devido a diferença de tamanho entre as suas pernas e a sua bacia artificial ficava numa estranha angulação que tornava todo o processo um pouco inusitado, mas ao me colocar numa posição de petista revoltado, isto é no centro, mas me inclinando para a esquerda apenas o bastante pra chamar atenção, consegui colocar o bebezão de leão-marinho com tudo.  

Tia Eda gritou “Mas que pepinão!!”  ai eu não agüentei e escaldei o panquecão, foi demais! Estava retomando o fôlego quando ouvi o barulho do elevador, sai correndo de lá, nem sei o que se deu da Tia Eda, mas sei que desde então sempre reclamo quando uma esfiha me faz mal.”

 

 



Escrito por Escalofanarios às 22h13
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